Ler é maravilhoso! É absurdamente incrível poder abrir um livro e com isso, abrir uma porta a um reino fantástico, a uma realidade utópica (ou distópica?), a outro planeta, outra galáxia, outra dimensão...
Cada palavra, cada descrição de personagens e lugares e a cada história contada, fazem o leitor sorrir, suspirar, chorar e viajar, além de, muitas vezes, despertar nossa criticidade ao nos fazer refletir sobre o mundo e a sociedade...
Existem os livros que criticam a sociedade e que nos levam a pensar e repensar sobre até que ponto, por ventura, podemos chegar, como A Metamorfose, de Franz Kafka e Fahrenheit 451, de Ray Bradbury e/ou as modernas trilogias: Jogos Vorazes (Suzanne Collins) e Divergente (Veronica Roth). Temos à disposição, também, os livros de romance, sofridos e melancólicos, "mel com açúcar", ou mais realistas, como o pioneiro Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe, ou Ecos de Danielle Steel, ou ainda, A Hora da Estrela, de Clarice Lispector e Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, por exemplo. Há os livros que, muitas vezes, mesclam características medievais e fantasiosas, como a saga As Crônicas de Nárnia (C. S. Lewis), As Crônicas de Gelo e Fogo (George R. R. Martin), Harry Potter, de J. K. Rowling e O Senhor dos Anéis, de Tolkien. Não podemos ignorar os livros que nos introduzem a um mundo tecnológico, repleto de viagens no tempo e à outras galáxias, como a trilogia de Douglas Adams, O Guia dos Mochileiros da Galáxia, Jogador Nº 1, de Ernest Cline, Perdido em Marte, de Andy Weir e Planeta dos Macacos, de Pierre Boulle. Isso que nem estou citando os clássicos portugueses (Luís de Camões, Eça de Queiroz, Sophia de Mello Breyner Andresen, José Saramago, Herberto Helder, Fernando Pessoa (e seus heterônimos)), os brasileiros (Gregório de Matos, Machado de Assis, José Martiniano de Alencar, Guimarães Rosa, Aluísio de Azevedo), e os ingleses (William Shakespeare, Sir Arthur Conan Doyle, Charles Dickens, Jane Austen).
Ah, meus caros, ler é estupendo! A literatura é revigorante. Com ela, estudamos não apenas a arte de ler, mas, somos direcionados ao contexto histórico, social, cultural e até político da época vigente em que o livro foi escrito. Além de, em alguns casos, nos esclarecer (ou obscurecer) a maneira de enxergar o mundo e as pessoas na perspectiva de outros indivíduos.
Desejo a todos que sejam bem-vindos ao fantástico reino das letras.
Cada palavra, cada descrição de personagens e lugares e a cada história contada, fazem o leitor sorrir, suspirar, chorar e viajar, além de, muitas vezes, despertar nossa criticidade ao nos fazer refletir sobre o mundo e a sociedade...
Existem os livros que criticam a sociedade e que nos levam a pensar e repensar sobre até que ponto, por ventura, podemos chegar, como A Metamorfose, de Franz Kafka e Fahrenheit 451, de Ray Bradbury e/ou as modernas trilogias: Jogos Vorazes (Suzanne Collins) e Divergente (Veronica Roth). Temos à disposição, também, os livros de romance, sofridos e melancólicos, "mel com açúcar", ou mais realistas, como o pioneiro Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe, ou Ecos de Danielle Steel, ou ainda, A Hora da Estrela, de Clarice Lispector e Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, por exemplo. Há os livros que, muitas vezes, mesclam características medievais e fantasiosas, como a saga As Crônicas de Nárnia (C. S. Lewis), As Crônicas de Gelo e Fogo (George R. R. Martin), Harry Potter, de J. K. Rowling e O Senhor dos Anéis, de Tolkien. Não podemos ignorar os livros que nos introduzem a um mundo tecnológico, repleto de viagens no tempo e à outras galáxias, como a trilogia de Douglas Adams, O Guia dos Mochileiros da Galáxia, Jogador Nº 1, de Ernest Cline, Perdido em Marte, de Andy Weir e Planeta dos Macacos, de Pierre Boulle. Isso que nem estou citando os clássicos portugueses (Luís de Camões, Eça de Queiroz, Sophia de Mello Breyner Andresen, José Saramago, Herberto Helder, Fernando Pessoa (e seus heterônimos)), os brasileiros (Gregório de Matos, Machado de Assis, José Martiniano de Alencar, Guimarães Rosa, Aluísio de Azevedo), e os ingleses (William Shakespeare, Sir Arthur Conan Doyle, Charles Dickens, Jane Austen).
Ah, meus caros, ler é estupendo! A literatura é revigorante. Com ela, estudamos não apenas a arte de ler, mas, somos direcionados ao contexto histórico, social, cultural e até político da época vigente em que o livro foi escrito. Além de, em alguns casos, nos esclarecer (ou obscurecer) a maneira de enxergar o mundo e as pessoas na perspectiva de outros indivíduos.
Desejo a todos que sejam bem-vindos ao fantástico reino das letras.
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